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Conheça a tecnologia LED e economize na conta.

Lâmpadas são 85% mais econômicas que uma incandescente e 30% mais econômicas que a lâmpada fluorescente.



LED é a sigla para Light Emitting Diode, que significa diodo emissor de luz. Na prática, seu uso vai muito além da tecnologia da televisão que você tem ou gostaria de ter em casa. O primeiro tipo de LED surgiu em 1962, quando o físico da americana General Electric Company Nick Holonyak poliu e lapidou, artesanalmente, o primeiro semicondutor que converteu a corrente elétrica em luz visível.

As luzinhas geradas naquele momento eram vermelhas, e não brancas como conhecemos hoje. De lá para cá, a tecnologia foi aperfeiçoada e hoje é utilizada em diferentes produtos, de painéis de sinalização a lanternas de carros. Mas o LED é a tecnologia mais moderna utilizada na iluminação, seja ela residencial, comercial ou de vias públicas.

LED é um componente eletrônico (diodo semicondutor) que, ao receber energia, emite luz. Esse processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte de energia é chamado eletroluminescência. Cerca de 15% das lâmpadas produzidas em todo o mundo são destinadas ao uso residencial, daí a importância do uso do LED nas residências. Essas lâmpadas são mais eficientes, possuem vida útil de até 100.000 horas se ligados durante 8 horas/dia alcançam até 15 anos de uso, em média.

LED é a sigla para Light Emitting Diode, que significa diodo emissor de luz. Na prática, seu uso vai muito além da tecnologia da televisão que você tem ou gostaria de ter em casa. O primeiro tipo de LED surgiu em 1962, quando o físico da americana General Electric Company Nick Holonyak poliu e lapidou, artesanalmente, o primeiro semicondutor que converteu a corrente elétrica em luz visível.

As luzinhas geradas naquele momento eram vermelhas, e não brancas como conhecemos hoje. De lá para cá, a tecnologia foi aperfeiçoada e hoje é utilizada em diferentes produtos, de painéis de sinalização a lanternas de carros. Mas o LED é a tecnologia mais moderna utilizada na iluminação, seja ela residencial, comercial ou de vias públicas.

LED é um componente eletrônico (diodo semicondutor) que, ao receber energia, emite luz. Esse processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte de energia é chamado eletroluminescência. Cerca de 15% das lâmpadas produzidas em todo o mundo são destinadas ao uso residencial, daí a importância do uso do LED nas residências. Essas lâmpadas são mais eficientes, possuem vida útil de até 100.000 horas se ligados durante 8 horas/dia alcançam até 15 anos de uso, em média.

Além disso, são 85% mais econômicas que uma lâmpada incandescente e 30% mais econômicas que a lâmpada fluorescente. Praticamente não alteram o brilho com o uso e têm baixa depreciação. Além disso, não emitem raios ultravioleta e infravermelhos, portanto não atraem insetos e nem queimam os quadros e tecidos.

Por não conter chumbo ou mercúrio, o LED não prejudica o meio ambiente na hora do descarte e é de fácil reciclagem. Ainda sobre sustentabilidade, a iluminação é responsável por 19% do consumo de energia elétrica no mundo. No Brasil esse percentual é de 24%.

Uma quantidade significativa de energia utilizada na iluminação pode ser economizada convertendo-a para a tecnologia LED, pois esta oferece maior e melhor aproveitamento da eletricidade que geramos, diz Ana Christina Mascarenhas, gerente de Eficiência Energética da Neoenergia.

Também podem ser citadas outras vantagens, como controle da intensidade de luz, maior resistência a impactos e vibrações, controle dinâmico da cor, dependendo da solução, e acionamento instantâneo e ecologicamente correto por não conter qualquer elemento nocivo, baixo índice de aquecimento, entre outros. Por isso, uso dessa tecnologia ganha cada vez mais espaço nos ambientes residenciais.

A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) prevê crescimento do mercado de LED de 100% ao ano. Quando comparado às lâmpadas incandescentes comuns, o LED também oferece outras possibilidades, desde uma simples dimerização em sua sala, até o desenvolvimento de sistemas inteligentes, completa Ana Christina.

Fique atento com a temperatura da cor do LED que pode ser de 3.000 K (amarelado) até 6.000 K (branco).



Fonte: Correio da Bahia